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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Minha esposa me fez de corno com seu ginecologista


Minha esposa sempre foi muito tímida e desde a adolescência nunca tinha trocado de médica ginecologista, mas teve que escolher outra profissional, porque essa teve que mudar da cidade. Ao conversar com as amigas sobre a necessidade de uma nova profissional, recebeu várias indicações para consultar com o Dr. Ricardo, um renomado e competentíssimo profissional. Ficou relutante, pois sua timidez a impediria de abrir as pernas para outro homem que não fosse eu. Eu sempre fui muito liberal, tarado, moderno e "cuca fresca" (cabeça aberta). Apesar de amar muito a minha esposa, sempre tive fantasias de vê-la transando e gozando gostoso com outro homem pauzudo na minha frente, mas esse homem deveria ser algum desconhecido, em algum lugar distante e que nunca mais nos encontrássemos. Por ter essa fantasia, eu e minha esposa já brincávamos durante a transa, ela falava que queria dar para dois ao mesmo tempo, e eu a incentivava dizendo que seria eu e outro desconhecido, pedia para ela me chamar de corno, e, apesar da timidez, ela sempre me chamava de corno e de chifrudo na cama. Mas somente na cama, pois, quando terminava a transa (e o transe do tesão), voltávamos à vidinha de casalzinho perfeito e fiel. Ela passou a gostar de filmes pornôs com vários homens e uma só mulher, e depois de ganhar de mim vários pênis e vibradores de vários tamanhos, começou a se liberar (libertar). Daí eu que comecei a ficar com receio de perder a minha esposa, mas o meu tesão sempre foi maior que a minha razão, então, continuei a dar asas a minha imaginação, sabendo que algum dia iria ganhar o meu tão sonhado chifre. Foi quando ela me disse que teria que trocar de ginecologista e que recebera várias indicações daquele doutor, que eu percebi que o meu chifre estava mais perto do que eu imaginava. Permiti a ela que fosse consultar, porém, com a minha companhia (e supervisão hahahha...). Eu queria ser corno, mas não naquelas circunstâncias. No dia da consulta, já era final de tarde, por coincidência ela era a última paciente do dia, e a secretária teve que ir embora mais cedo. Eu fui junto com ela, e quem nos recebeu no consultório foi o próprio Dr. Ricardo, pedindo desculpas por isso. Ele é alto, +ou- uns 1,95m, forte, malhado, branco dos olhos azuis e cabelos castanhos, tipo Tom Cruise, sorissão bonito e alvo, súper simpático, que na hora vi que minha mulher ficou vermelha (não sei se de timidez ou de tesão), fato que me deixou com muito ciúmes e com vontade de virar as costas ir embora e levá-la junto comigo (zkkkk). Mas por educação e porque seria apenas uma consulta rápida de rotina, não fui embora. Após vários minutos de conversa, ele com a sua voz grossa e mansa, percebi que minha esposa ainda estava vermelha e com as mãos geladas, ou seja, o cara mecheu mesmo com o emocional dela. A cadeira ginecológica fica separada  da mesa do médico por um vidro jateado, de formar que de lá não dá para ver a mesa, nem vice-versa, mas é praticamente o mesmo ambiente, os mesmos sons, cheiros, etc. Ele a chamou para ir à cadeira, segurou a sua mão para conduzi-la (acho que aqui ele percebeu que ela estava com tesão [mãos frias]), e eu fiquei na mesa, vendo os vultos do que se passava do outro lado. Minha esposa abaixou a saia e já estava sem calcinha (ela me disse que já estava sem, mas não sei se ela não deixou lá de propósito), e tirou a blusa (estava sem sutiã), foi quando eu ouvi uma risada dele, que disse que não precisava tirar a blusa, e ela safadíssima disse: "Eu prefiro assim, peladinha" e deu uma risadinha. Nessa hora eu senti o chifre nascer, no meio da minha testa, e por incrível que pareça, apesar de possesso de ciúmes, meu pau ficou durão na hora (não disse que o meu tesão é maior que a minha razão?!). Levantei e fui ver o que estava acontecendo. A cena ficou gravada em minha mente: minha esposa peladinha na cadeira ginecológica, de frente para mim, o médico sentado no meio das pernas dela, com o rosto perto da xoxota, e de costas para mim, ela com a cara de tesão e de "enfia logo esse dedo que eu vou gozar". Ela olhou para mim toda safada e disse: "preparado? não era isso que você queria?", eu fiquei sem reação. O médico virou para mim, olhou para ela novamente e perguntou: "ele gosta?", antes de eu ter qualquer reação ela respondeu: "a-d-o-r-a!", nessa hora ela caiu de boca na sua bucetinha que estava encharcada, ela soltou um grito de susto e de tesão, e eu ali, parado na frente deles, com pau duro, vendo tudo acontecer sem saber o que fazer. Vendo isso ela teve a iniciativa e falou: "vem corninho, deixa eu te mamar". Nossa, nem parecia a minha tímida esposa, mas sim uma prostituta, vagabunda, acostumada a levar piça. Tirei o meu pau da cueca (estava latejando de tesão). Nessa hora eu era só tesão, o ciúmes já tinha sido vencido, aliás, nem adiantava mais ter ciúmes. Ela começou a me chupar, enquanto o médico chupava a buceta dela. Ele se levantou tirou o cacete pra fora e disse "agora é minha vez". Uau (pensei), o pau dele deve ter uns 23 cms, com certeza, e é bem grosso, me senti humilhado. Minha esposa ficou de boca aberta (queixo caído, rs...) vendo aquele cacetão (acho que ela nunca tinha visto um daquele tamanho). Meus 16 centímetros sumiram, evaporaram, viraram pó... Ela só queria saber do doutor. Saiu da cadeira e se ajoelhou na frente dele e tentou engolir aquele pau, mas não conseguiu, pois era muito grande. E olha que ela é excelente no boquete, engole o meu pau com facilidade. Enquanto isso eu fiquei de lado só batendo punheta. Deve ter ficado uns 10 minutos no boquete, e ele só elogiando "nossa que boquinha deliciosa, vou gozar nessa boquinha, tá de parabens, etc...". Ele a levantou, a apoiou na mesa e meteu gostoso na bucetinha dela. Desse momento em diante foi só gemação. Eu estava com tanto tesão, que nem fazia questão de participar do sexo, estava adorando vê-la sendo fodida bem gostoso por aquele pauzão (só quem já foi corno sabe como essa sensação é deliciosa). Foram 30 minutos de meteção, pegou de quatro, em pé, de ladinho, montada nele no sofá, até que ele se levantou para gozar. Só então eu lembrei de pegar o celular para tirar fotos. Eu havia esquecido o celular na recepção e quando fui buscá-lo, o doutor trancou a sala dele, me deixando pro lado de fora (que filho da puta!). Mas parece que o tesão (de todos) dobrou. Fiquei ouvindo do lado de fora os gemidos que continuavam a vir da sala e que se intensificaram ao ficarem só os dois na sala. Nem bati na porta, pois sabia que não iriam abrir, e me contentei com a punheta do lado de fora. Eu sabia que sem minha presença a minha esposa se libertaria mais ainda, tornando completamente puta do doutor. Tentei olhar pela fechadura e pelo vão da porta, mas não consegui ver nada. Uns 20 minutos depois os ânimos se acalmaram lá dentro. Pensei que eles fossem sair imediatamente. Gozei às pressas e fui para o sofá esperá-los. Passados 1/2 hora voltei para a porta da sala dele, e para minha surpresa, havia começado outra foda. Acho que ele gostou dela também. Foram mais 40 minutos de gemação, e eu na segunda punheta. Até que ouvi o barulho da fechadura se abrir. Corri para o sofá. Eles não saíram, resolvi entrar. Ambos estavam pelados, ela estava sentada no colo dele no sofá, comendo uma maçã, e assistindo tv. Ele me ofereceu bebidas e comidas do frigobar, me trataram com maior respeito e como se nada tivesse acontecido. Ela com sorriso de orelha a orelha, se levantou vestiu sua saia e sua blusinha, despediu-se dele com um selinho, disse que havia adorado e que voltaria mais vezes. Ele me elogiou pela esposa, disse que a receberá sempre com muito prazer. Eu o parabenizei, e sem fingir o que havia ocorrido disse que ele havia realizado nossa fantasia. Ela me deu um demorado beijo de língua em que pude sentir o gosto de porra recém gozada na boquinha dela. Adorei, fiquei quieto e fomos todos embora. Chegando em casa eu e minha esposa combinamos de conversar sobre o ocorrido somente quando os ânimos esfriassem. Até então nunca mais falamos sobre isso e ela continua paciente do Dr. Ricardo, só que agora, a diferença é que ela vai lá com a frequência mínima mensal, às vezes semanal, e sempre desacompanhada. 

4 comentários:

  1. eu queria ser esse ginecologista vai ser gostosa assim na minha cama...

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  2. Que tal aventura com técnico de informática??

    marcelo_mc5@hotmail.com
    (11) 98583-0212 (TIM)
    http://marcelomc5.blogspot.com.br

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  3. Queridas amigas,
    A coisa mais fácil é transar com médicos, nem precisa ser ginecologista, basta colocar uma roupinha sensual justinha, lingerie de renda fio dental e ir para a consulta, logo eles estão se esfregando na gente.
    O médico que me ajuda a cornear meu marido é homeopata, disse a ele que tinha problema de coluna e fiquei de costas para só de calcinha e soutien, quando virei, a barraca já estava armada.
    Daí foi só fazer cara de ingenua assustada e perguntar o que era aquilo nas calças, em um segundo aquele pau grosso estava na minha boca gemendo de tesão. Agora faço check-up mensalmente, as vezes no consultório, as vezes no motel. Nem preciso dizer que as consultas saem de graça.
    Beijos
    Drica Chantily
    dricachantily@gmail.com

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  4. q delicia veno essa rola entra mida uma tezao dana q delicia

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